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Livros UCE Porto > Bioética

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Notas breves de um (des)contentamento
Organização: Daniel Serrão
Comentários: Carlos da Costa Gomes
ISBN: 9789898366986
Ano: 2016
Sinopse: Atendendo aos dados das ciências sobre a questão do início de um novo ser da espécie humana, um novo ser humano, é um erro interpretar o seu desenvolvimento de forma independente e fragmentada. Mas se é verdade que as descobertas científicas, no plano da biologia, originam uma nova visão da vida e do próprio homem desde o seu início ao seu término, também é verdade que oferecem novas possibilidades para mudanças sociais. A partir de textos escritos por Daniel Serrão para o programa, de sua autoria, “Bloco de Notas” da Rádio Renascença, vamos indo, novamente, ao encontro do seu pensamento. Temas diversos e temáticas várias atravessam a tessitura deste pequeno livro. Começa-se pelo início da vida; debate-se sobre as questões fraturantes, como, por exemplo, o aborto – que ainda mantém pertinência –; discorre-se sobre as implicações e os benefícios das novas tecnologias, nomeadamente sobre a reprodução humana (clonagem, transplantes...); e reflete-se sobre o envelhecimento e a velhice, ainda que de forma breve, bem como sobre as grandes questões do fim da vida – eutanásia, suicídio assistido, tratamentos desproporcionados, interrupção de tratamentos e direitos e deveres dos doentes.
O que conhecemos quando intuímos
Autor: António Jácomo
ISBN: 9789898366627
Ano: 2014
Sinopse: A publicação “O que conhecemos quando intuímos? A problemática da intuição como interface da filosofia da ciência em Portugal”, aborda uma das mais fascinantes funções do nosso cérebro: o papel da intuição no processo da produção do conhecimento.
Durante séculos, a arquitetura do processo de conhecimento oscilou entre as ideias inatas e as ideias adquiridas ou dedutivas. O avanço na investigação das neurociências veio dar uma nova perspetiva a este debate dicotómico, procurando encontrar na perspetiva neurobiológica um processo unificador que valorize as mais variadas fontes do conhecimento. Apesar de atual e inovador, esta tentativa de unificação carece de uma fundamentação globalizante filosoficamente sustentada. É este o contributo desta publicação.
O que torna este ensaio aliciante, é a sua “perspetiva improvável”, personificada em quatro elementos essenciais:
1. A abordagem de uma questão tão complexa como a intuição pode fazer com que se ceda à tentação da construção de um discurso hermético e pouco compreensível para a maioria dos leitores.
2. Esta publicação não encarrila numa abordagem tradicionalmente asséptica, mas lança-se num tratamento do processo epistemológico no qual o “hiato gnosiológico” se converte na síntese pessoal da questão central, fazendo entrar no debate autores tão improváveis como Antero de Quental; Immanuel Kant ; Leonardo Coimbra; Karl Popper; Charles Sanders Peirce ou Fernando Gil. Um debate improvável, sem dúvida!
3. Por último, este ensaio apresenta uma proposta arrojada para o futuro do debate de uma teoria do conhecimento. Servindo-se do pensamento inovador do saudoso professor Fernando Gil, é sugerida uma possível chave de interpretação fenómeno da intuição a que chama de “conhecimento íntimo”.

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