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Literatura > Literatura

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A inaudita guerra da avenida Gago Coutinho
Autor: Mário de Carvalho
ISBN: 9789720044358
Edição/reimpressão: 12-2020
Editora: Porto Editora
Sinopse: Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

Uma horda de cavaleiros berberes do século XII vê-se subitamente em plena Avenida Gago Coutinho por incúria da deusa Clio, que se deixa adormecer, enredando na sua tapeçaria milenar os acontecimentos de 4 de Junho de 1148 e 29 de Setembro de 1984.

Um elevador não pára de subir. Um frade no seu convento resiste ao Dia do Juízo Final. Um homem simples vive um quotidiano dantesco.

Um chimpanzé é capaz de reescrever a obra Menina e Moça. Um navio negro, desarvorado, muito maltratado pelo mar, dá à costa, trazendo consigo a pestilência. Um padre exorcista tem uma estranha particularidade anatómica.
Amor de Perdição
Autor: Camilo Castelo Branco
ISBN: 9789720727275
Edição/reimpressão: 02-2021
Editora: Porto Editora
Sinopse: Plano Nacional de Leitura.
Leitura recomendada no 11.° ano de escolaridade.

Obra incontornável do movimento romântico português, Amor de Perdição leva-nos a conhecer uma das mais apaixonantes histórias de amor de todos os tempos. Simão e Teresa (qual Romeu e Julieta) pertencem a famílias inimigas, mas a paixão que os une fá-los acreditar que tudo é possível. Poderá este amor vencer todos os obstáculos ou será o caminho para a sua perdição?
Apologia do Ócio
Autor: Robert Louis Stevenson
ISBN: 9789726083283
Ano: 2018
Edição: 2ª
Editor: Antígona
Sinopse: Estes dois ensaios-pepitas, tão brilhantes como concisos, irradiam o palpitante calor da vida e a luminosa mensagem de que o futuro pertence aos ociosos e aos bons conversadores. Revelando o ócio e os seus ditosos derivados não como inércia inútil, mas sim tónicos diários ao alcance de todos, Apologia do Ócio (1877) e A Conversa e os Conversadores (1882) são páginas para folhear com deleite, em que cintila uma arte de viver com benefícios comprovados e se desmonta um quotidiano acinzentado pelas obrigações laborais. Essenciais para converter trabalhadores inveterados, fãs de horas extraordinárias e gurus dos lucros anuais em gente com alegria crónica, estes textos demonstram que o ócio e a conversa merecem figurar como felizes vícios, a cultivar, na vida do homem.
Hamlet
Autor: William Shakespeare
ISBN: 9789723718621
Ano: 2019
Edição: 1ª
Editora: Assírio & Alvim
Sinopse: «No Hamlet (e a tradução de Sophia torna-o transparente), a progressão da peça segue o processo de amadurecimento do pensamento de uma personagem que à partida é um jovem, um jovem príncipe. As suas descobertas são ainda pueris. Acaba quando percebe o que é o tempo e a morte e a responsabilidade individual, sempre perturbado com a confusão dessa responsabilidade com qualquer coisa que se lhe opõe: o poder. Aí a sua reflexão torna-o adulto, torna-o exemplar, torna-o simbólico.»
Itinerário da Índia por terra a este reino de Portugal
Autor: António Tenreiro
ISBN: 9789895455416
Ano: 2020
Edição: 1ª
Editor: Livros de Bordo
Sinopse: António Tenreiro nasceu em Coimbra por volta de 1500. Embarcou jovem para a Índia e, em 1523, prestava serviço em Ormuz quando integrou uma das embaixadas portuguesas enviadas a Tabriz na Pérsia. Ali aprendeu persa e viajou até ao Cairo por regiões controladas pelo Império Safávida e pelo Império Otomano, talvez em missão de espionagem.
Regressado a Ormuz, aí residiu até 1528 quando empreendeu uma nova viagem por terra até Portugal. Três décadas mais tarde publicaria o Itinerário, relato das suas aventurosas viagens.
Muito barulho por nada
Autor: William Shakespeare
ISBN: 9789723719130
Ano: 2016
Edição: 1ª
Editora: Assírio & Alvim
Sinopse: Geralmente considerada uma das melhores comédias de Shakespeare, pensa-se que Muito Barulho por Nada terá sido escrita em 1598-1599. A presente edição publica pela primeira vez a tradução que Sophia de Mello Breyner Andresen dela fez, e que foi levada ao palco pelo Teatro da Cornucópia. Nas palavras de Luis Miguel Cintra, «À Sophia apaixonava-a um trabalho rigoroso das palavras mas sabia como ninguém que a língua é uma coisa viva, parte fundamental do pensamento e gostava que o trabalho de fazer os acertos na tradução permitissem conversas que as próprias palavras suscitavam. Para se perceber as suas escolhas de tradutora tem de se entender a sua ideia de tradução: uma verdadeira interiorização, até musical, do texto inglês e a resposta — como se fosse um eco que falasse português e que tantas vezes parecia tradução literal, sendo no entanto o resultado de uma escolha não a favor da fidelidade literal mas sim de outra fidelidade mais inteligentemente entendida, a fidelidade de encontrar em português uma linguagem teatral para um texto destinado a ser representado e a uma poética sua, fiel à de Shakespeare.».
Na Farmácia do Evaristo
Autor: Fernando Pessoa
ISBN: 9789897025587
Ano: 2020
Edição: 1ª
Editora: Guerra e Paz, Editores
Sinopse: Que Farmácia do Evaristo teria Fernando Pessoa escrito sobre o 25 de Abril, com a sua trémula mão dos 85 anos, se ainda estivesse vivo nesse «dia inicial inteiro e limpo» de 1974? Uma coisa é certa, escreveria. São inúmeros os textos de Fernando Pessoa sobre os acontecimentos políticos a que assistiu.
Na farmácia do Evaristo, encontram-se cidadãos mais ou menos comuns, que, em diálogo, reagem, comentam e dissecam a tentativa de golpe de Estado de 18 de Abril de 1925. Para além de Evaristo, entram na conversa Mendes, um republicano democrático, o Justino dos coiros, o Canha das barbas, o coronel Bastos e José Gomes, mais conhecido por Gomes Pipa, que passa a dissecar o sistema eleitoral, a organização dos partidos e a condução destes por directórios minoritários.
Se entramos na Farmácia com certezas, saímos dela com dúvidas e perplexidades. Na Farmácia do Evaristo, admirável conto de filosofia política de Fernando Pessoa, é um texto perturbador e incomodativo: está vivo. E quem o lê percebe porquê: é que às vezes dói.
O Mandarim
Autor: Eça de Queirós
ISBN: 9789720049681
Edição/reimpressão: 10-2017
Editora: Porto Editora
Sinopse: Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade.

A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China. É uma obra que pertence ao sonho, não à realidade, mas que caracteriza fielmente a tendência mais natural, mais espontânea do espírito português.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, Porto Editora (adaptado)
Os Maias
Autor: Eça de Queirós
ISBN: 9789897074639
Edição/Reimpressão: 09-2019
Editora: Fábula
Sinopse: Uma obra-prima da literatura portuguesa, que se tornou um clássico consagrado a nível mundial.
Esta edição apresenta uma revisão cuidadosa de atualização e uniformização do texto, sendo respeitado o novo acordo ortográfico.
A ação d’Os Maias passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX. Neste livro, Eça de Queirós conta a história de três gerações da família Maia, dando especial enfoque à relação amorosa de Carlos da Maia e Maria Eduarda.

Esta obra é também um pretexto para o autor fazer uma crítica e análise à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista.
N’Os Maias estão patentes os componentes fundamentais da grandiosidade literária de Eça de Queirós: o estilo de narração e descrição alicerçado numa observação perspicaz, o humor, o realismo e a crítica mordaz.
Os Pescadores
Autor: Raul Brandão
ISBN: 9789720049674
Edição/reimpressão: 11-2014
Editora: Porto Editora
Sinopse: Nesta obra, o autor oferece-nos belas telas ricas de cor, de luz, dos vários elementos colhidos na natureza.

O entardecer nas suas várias cambiantes, conforme o lugar e o tempo, é descrito em pinceladas fortes com verbos no presente - a ação em decurso e com o subjetivismo do autor arrastado pelo sonho e transpor para as telas, que sugere, a tragédia de um poente tempestuoso à beira-mar que é sempre temível para os pescadores.

Além de belos quadros paisagísticos, também nos oferece sugestivos retratos - o do faroleiro, a velha da Foz do Douro, a sanjoaneira, a mulher da Afurada, de Mira "feia mas esbelta (que) tem ar grave e senhoril quase sempre", a heroica Ti Ana Arneira da Gafanha, a mulher da Murtosa "baixa e atarracada", a de Ovar "delicada e forte, alta e bem proporcionada, cheia de predicados domésticos e morais", a poveira "a bem dizer - um homem", a Rata da Foz. É evidente a simpatia de Raul Brandão pela sua dolorosa vida difícil, de trabalho, de explorados.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, pp. 361-362, Porto Editora, 1999

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